JANUA

Acabámos de abrir os DWG dentro da JANUA Obras

O projetista envia o DWG. O diretor de obra abre-o no AutoCAD. O encarregado pede para lhe mandarem "aquele desenho" por WhatsApp. Alguém imprime uma versão A3 e cola na parede do estaleiro. Dois dias depois, há uma revisão e o desenho na parede já não corresponde ao que está no ficheiro.

Acabámos de abrir os DWG dentro da JANUA Obras

Há um problema em obra que toda a gente conhece e ninguém resolve.

O projetista envia o DWG. O diretor de obra abre-o no AutoCAD. O encarregado pede para lhe mandarem “aquele desenho” por WhatsApp. Alguém imprime uma versão A3 e cola na parede do estaleiro. Dois dias depois, há uma revisão e o desenho na parede já não corresponde ao que está no ficheiro.

O subempreiteiro diz que construiu conforme o que lhe mandaram. O diretor de obra diz que havia uma versão mais recente. O dono de obra não percebe como é que, em 2026, ainda se perde tempo com isto.

A partir de agora, deixa de se perder.

O que fizemos

Os desenhos DWG do projeto passam a abrir diretamente dentro da JANUA Obras.

Sem descarregar nada. Sem instalar nada. Sem AutoCAD. Sem licença de CAD. Sem saber usar CAD.

O encarregado abre o desenho num tablet, no estaleiro. O subempreiteiro abre no telemóvel, no browser. O dono de obra abre no portátil, no escritório. Todos veem exatamente o mesmo desenho, a revisão que está no arquivo da obra, não a versão que alguém mandou por email há três semanas.

Porque é que isto importa em obra

O problema dos DWG em obra nunca foi técnico, foi de acesso.

Um ficheiro DWG só abre com software específico. A maioria das pessoas em obra não tem esse software. E as que têm, nem sempre têm a versão certa, nem sempre conseguem resolver os xrefs e nem sempre estão a trabalhar com a última revisão.

O resultado é o que se vê todos os dias. Desenhos desatualizados a circular, informação fragmentada, e decisões tomadas com base num PDF que foi exportado há semanas e que pode já não corresponder ao projeto atual.

Com o DWG a abrir diretamente na plataforma, este problema desaparece. Toda a gente da obra acede ao mesmo desenho, na mesma versão, a partir de qualquer dispositivo. Quem recebe desenhos deixa de depender de alguém que os saiba abrir.

Como funciona

O ficheiro é carregado tal como o projetista o entrega, o pacote eTransmit do AutoCAD, em ZIP, com o desenho principal e os xrefs nas subpastas.

A plataforma lê o índice do ZIP sem o descomprimir, descobre automaticamente qual é o desenho principal e resolve os xrefs na conversão. Nada desaparece, nada fica em falta, as referências externas são integradas exatamente como no AutoCAD.

A conversão corre uma única vez, na primeira vez que alguém quer abrir o ficheiro e custa cerca de 30 cêntimos. A partir daí, o desenho abre instantaneamente e sem custo, para toda a gente da obra, para sempre. Só a gestão da obra autoriza essa primeira conversão.

Uma vez aberto, o utilizador pode:

Ligar e desligar camadas

Incluindo as que vêm dos xrefs. Quer ver só a estrutura? Desliga as restantes. Quer ver só as instalações eléctricas? Liga apenas essa camada.

Medir sobre o desenho

Com o cursor a agarrar-se à geometria, extremos de linhas, pontos médios, cruzamentos, centros de círculos e pontos ao longo de uma linha. As unidades vêm do próprio ficheiro DWG, por isso as medidas saem correctas sem calibrar escala nenhuma.

O ficheiro original nunca sai do armazenamento privado da obra. Ninguém descarrega o DWG, toda a gente vê, mede e consulta, mas o ficheiro de projecto permanece protegido.

O que ainda não faz

A medida obtém-se no ecrã mas ainda não passa automaticamente para o mapa de quantidades nem para os autos de medição. É uma ligação que faz sentido e que está nos nossos planos, mas que ainda não está implementada.

Preferimos ser transparentes sobre isto. A funcionalidade faz o que descrevemos. O que não faz, dizemos também.

O que muda no dia-a-dia

Para o encarregado

Abre o desenho no tablet, no estaleiro e confirma uma cota ou um detalhe sem pedir a ninguém. Sem esperar pelo diretor de obra, sem ligar para o escritório, sem depender de uma impressão.

Para o subempreiteiro

Vê exatamente o mesmo desenho que toda a gente. Não há mais “eu não tinha essa versão” ou “mandaram-me um PDF diferente”. A versão é uma só e está na plataforma.

Para o diretor de obra

Sabe que toda a gente está a trabalhar com o desenho certo. Quando há uma revisão, substitui o ficheiro na plataforma e toda a obra passa a ver a versão atualizada, automaticamente.

Para o dono de obra

Não precisa de saber o que é um DWG, um xref ou uma camada. Abre o desenho, vê a planta, percebe o que está a ser construído. É mais uma camada de transparência sobre a sua obra.

Conclusão

Parece uma funcionalidade simples. E é.

Mas na construção, as coisas simples são as que mais faltam, porque a indústria habituou-se a resolver o acesso à informação com emails, WhatsApp e impressões A3 coladas na parede.

Abrir um DWG no browser, sem licença, sem software, com a mesma informação para toda a gente da obra, é uma dessas coisas simples que muda o dia-a-dia de quem está no terreno.

E é isso que a JANUA Obras faz, resolve os problemas simples que ninguém resolvia.